Recebi esta reflexão de Mário Quintana, pensador, poeta e jornalista brasileiro, e achei que nos devemos relembrar do muito que deixamos passar nas nossas vidas:
"...
'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
' A amizade é um amor que nunca morre. "
Mário Quintana
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
União Europeia volta a crescer após mais de um ano em queda
Segundo a imprensa de hoje a economia da União Europeia voltou a crescer. Finalmente boas noticias? Ainda tendo em conta os dados divulgados, após cinco trimestres consecutivos em queda, a economia da União Europeia voltou a crescer no terceiro trimestre de 2009. Ainda assim, o produto interno bruto da região registou uma quebra homóloga superior a 4%.
Após cinco trimestres consecutivos em queda, a economia da União Europeia voltou a crescer no terceiro trimestre de 2009. Ainda assim, o produto interno bruto da região registou uma quebra homóloga superior a 4%.A economia da União Europeia cresceu 0,2% no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores, enquanto o PIB da Zona Euro avançou 0,4% durante o mesmo período. O PIB da UE e da Zona Euro registaram, no entanto, quebras homólogas superiores a 4%. A economia dos 27 caiu 4,3% e o PIB dos 16 países que partilham o euro recuou 4,1%. As recuperações trimestrais seguem-se a cinco trimestres consecutivos de queda, ou seja, desde o segundo trimestre de 2008. No primeiro trimestre de 2009, tanto a economia da EU, como da Zona Euro, caíram mais de 2%. A maior recuperação infelizmente não foi nossa... registou-se na Lituânia, imagine-se, que após uma queda de 7,7% no segundo trimestre, registou um crescimento de 6% entre Julho e Setembro deste ano. A Eslováquia cresceu 1,6% e Portugal e Áustria cresceram 0,9% no terceiro trimestre.
Após cinco trimestres consecutivos em queda, a economia da União Europeia voltou a crescer no terceiro trimestre de 2009. Ainda assim, o produto interno bruto da região registou uma quebra homóloga superior a 4%.A economia da União Europeia cresceu 0,2% no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores, enquanto o PIB da Zona Euro avançou 0,4% durante o mesmo período. O PIB da UE e da Zona Euro registaram, no entanto, quebras homólogas superiores a 4%. A economia dos 27 caiu 4,3% e o PIB dos 16 países que partilham o euro recuou 4,1%. As recuperações trimestrais seguem-se a cinco trimestres consecutivos de queda, ou seja, desde o segundo trimestre de 2008. No primeiro trimestre de 2009, tanto a economia da EU, como da Zona Euro, caíram mais de 2%. A maior recuperação infelizmente não foi nossa... registou-se na Lituânia, imagine-se, que após uma queda de 7,7% no segundo trimestre, registou um crescimento de 6% entre Julho e Setembro deste ano. A Eslováquia cresceu 1,6% e Portugal e Áustria cresceram 0,9% no terceiro trimestre.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
“Opinião Pública e Sustentabilidade em Portugal”
Conforme noticiado pela Briefing há poucos minutos: A APAN apresentou hoje na FIL, na sua conferência anual, o estudo “Opinião Pública e Sustentabilidade em Portugal”.
"Entre as conclusões, o relatório aponta que cerca de 76% dos portugueses consideram que as empresas são pouco, ou mesmo nada activas em matérias de desenvolvimento sustentável, enquanto do lado das empresas inquiridas, 54% considera que o mundo empresarial tem tido um contributo activo na temática."
Na minha opinião, os resultados deste estudo são uma excelente oportunidade para reflectirmos no tipo de relação que as empresas portuguesas mantêm com os seus públicos-alvo. Nesta matéria específica, sustentabilidade, a inconsistência entre a opinião do público e as convicções do tecido empresarial português são visíveis. Talvez se a comunicação e as acções de RP se focarem mais nos interesses e percepções do público e fixarem objectivos centrados no “fazer” e não no “parecer fazer”, esta discrepância entre a percepção do público e a das empresas sobre os mais variados assuntos possa diminuir. Para isto é necessário saber exactamente onde está e quais os interesses do público, serão apenas os leitores de determinados jornais?
"Entre as conclusões, o relatório aponta que cerca de 76% dos portugueses consideram que as empresas são pouco, ou mesmo nada activas em matérias de desenvolvimento sustentável, enquanto do lado das empresas inquiridas, 54% considera que o mundo empresarial tem tido um contributo activo na temática."
Na minha opinião, os resultados deste estudo são uma excelente oportunidade para reflectirmos no tipo de relação que as empresas portuguesas mantêm com os seus públicos-alvo. Nesta matéria específica, sustentabilidade, a inconsistência entre a opinião do público e as convicções do tecido empresarial português são visíveis. Talvez se a comunicação e as acções de RP se focarem mais nos interesses e percepções do público e fixarem objectivos centrados no “fazer” e não no “parecer fazer”, esta discrepância entre a percepção do público e a das empresas sobre os mais variados assuntos possa diminuir. Para isto é necessário saber exactamente onde está e quais os interesses do público, serão apenas os leitores de determinados jornais?
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segunda-feira, 9 de novembro de 2009
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